Foto "Mundo a Sorrir"

A Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV) celebra esta segunda-feira, dia 19 de janeiro, o seu 19.º aniversário, o que é, segundo o seu presidente, Eugénio da Fonseca, oportunidade de reforçar o papel que a confederação tem tido em criar condições para o reconhecimento do voluntariado na sociedade portuguesa.

A CPV “resultou da vontade de instituições de voluntariado ou de outras que acolhem voluntários”. “Era necessário uma instância que representasse esta nobre prática da cidadania, que criasse condições para o seu imperioso reconhecimento na sociedade portuguesa como agente indispensável para o desenvolvimento sustentável e humanizado do nosso país e assegurasse a capacitação dos voluntários e a adequada gestão do voluntariado em cada uma das instituições. A CPV tem outras finalidades, mas estas são as que se consideram mais emergentes”, reforçou na sua mensagem enviada ao 7MARGENS.

Indicando que são já 50 as confederadas que integram mais de 700 mil voluntários, o presidente da organização refere na sua mensagem “o caminho percorrido nas parcerias criadas, a criação ou o apoio a ações de formação inicial dos candidatos a voluntários têm sido outras das opções nos últimos anos, bem como o reconhecimento de boas práticas, através da atribuição do selo de qualidade”, assim como destaca “a colaboração com as autarquias, nomeadamente, com os Bancos Locais de Voluntariado tem tido, nos Encontros Intermunicipais de Voluntariado, uma expressão concreta do crescimento desta incontornável parceria”, assim como “a relação com entidades congéneres internacionais também é uma das conquistas do caminho percorrido, sendo já efetivos as parcerias com o Centro Europeu do Voluntariado (CEV), o IAVE- Associação Internacional para o Trabalho Voluntário, a Plataforma do Voluntariado de Espanha e o Conselho Nacional do Voluntariado de Moçambique”.

A concluir, Eugénio da Fonseca indica que “a CPV deseja, que este ano, seja muito especial para o voluntariado no nosso país, desde logo, com uma participação ativa no AIV, determinado pela ONU com o lema “Ano Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Sustentável”, aguardando a indicação do governo de quem será o interlocutor estatal para a celebração deste ano, bem como, do organismo oficial que passará a ser o interlocutor deste setor”, e ainda pela atribuição ao município da Maia da designação de Capital Europeia do Voluntariado, recordando que, a nível nacional, o município de Vila Nova de Gaia será, este ano, a Capital Portuguesa do Voluntariado, distinção concedida pela CPV.

Texto redigido por 7Margens, ao abrigo da parceria com a Fátima Missionária.

 

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