Há o receio de “uma grave explosão de violência”, na Colômbia. Processo de paz entre governo e a organização de extrema-direita autodefesas Unidas da Colômbia chegou ao fim.
Há o receio de “uma grave explosão de violência”, na Colômbia. Processo de paz entre governo e a organização de extrema-direita autodefesas Unidas da Colômbia chegou ao fim. a transferência de 59 paramilitares da organização de extrema-direita autodefesas Unidas da Colômbia (aUC) levou ao rompimento do processo de paz processo iniciado há quatro anos com o Governo do presidente Álvaro Uribe.
O porta-voz das aUC, David Hernández manifestou a necessidade desta decisão ser recebida com cabeça fria para que não se suscite uma onda de violência.
Desacatos e até mesmo um banho de sangue é uma possibilidade que não se descarta , referiu o responsável. Mas esperamos que não aconteça .
Esta decisão de ruptura no processo de paz foi tomada após uma revisão minuciosa e clara e muito consistente do que foi este longo e acidentado processo de paz , explicou o porta-voz paramilitar.
Para a aUC, o diálogo foi intermediado pelos enganos, descumprimentos e falta de compromissos por parte do governo.
Por outro lado, o ministro do Interior e de Justiça, Carlos Holguín anunciou que já tinha dado por cumprida a etapa do diálogo com os chefes paramilitares.
Holguín não descartou também a possibilidade de se registarem acções de violência por parte dos 31 000 desmobilizados das aUC, dos quais somente 270 estão presos, entre eles 59 ex-chefes e comandantes médios na prisão de Itagüí, perto de Medellín, no noroeste.

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