Chama-se “aborto a pedido? Não!”, o grupo de cidadãos que se apresentou hoje e que pretende dar um contributo “sereno e determinado” na campanha para o referendo.
Chama-se “aborto a pedido? Não!”, o grupo de cidadãos que se apresentou hoje e que pretende dar um contributo “sereno e determinado” na campanha para o referendo. O grupo promete que procurará contribuir para o debate, de forma serena e determinada, promovendo o esclarecimento dos aspectos éticos, médicos, sociais e jurídicos relacionados com a questão do aborto e sua liberalização .
Mais, não existe nenhuma descontinuidade essencial na vida humana desde a concepção até à morte natural , pelo que não tem qualquer sentido que Portugal legalize a destruição de vidas humanas durante os seus primeiros meses, a mero pedido da mãe grávida, ainda que a esta pareça não haver alternativas , salientam os promotores.
O aborto provocado é uma chaga pessoal e social que tem de ser combatida através da promoção de uma cultura de responsabilidade e de respeito pelo valor de cada vida, tendo o Estado e a sociedade inalienáveis deveres na criação de condições para que todas as mulheres que engravidam possam ter verdadeiras alternativas de vida e não façam escolhas de morte , refere ainda o manifesto.

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