Os números são apresentados pela Plataforma “Não Obrigada” com base numa sondagem efectuada pelo Centro de sondagens da universidade Católica.
Os números são apresentados pela Plataforma “Não Obrigada” com base numa sondagem efectuada pelo Centro de sondagens da universidade Católica. alguns dados inéditos indicam que 54,2 por cento dos inquiridos consideram que há vida humana desde o momento da concepção. 20,7 por cento considera que há vida quando bate o coração.
apenas 11,5 por cento entende que só se fala de vida humana a partir do nascimento.
Outros defendem que desde o momento em que há actividade cerebral do feto, 6,7 por cento há vida e 7 por cento encaram este facto quando o feto tem possibilidade de sobreviver fora do ventre da mãe.
67 por cento dos inquiridos manifesta-se contra o aborto mesmo quando a mãe ou a família não têm meios para
sustentar a criança. Por seu turno 68 por cento defendem que não concordam que o aborto deva ser permitido quando a mulher não quer ter o filho.
Se estivesse grávida e atravessasse um momento de dificuldade
ou dúvida sobre a sua gravidez ou maternidade, foi outra das questões colocadas nesta sondagem.
75,6 por cento defendeu que gostaria de ser ajudada e apoiada a manter a gravidez e poder ter o bebé. 13,5 por cento desejava que o aborto fosse livre para poder abortar sem ser crime e 10,2 pretendia ser encaminhada para uma clínica onde fizessem o aborto de imediato e sem risco para a saúde.

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