Pelo “Não Obrigada” ao aborto. Movimento recusa que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) gaste dinheiro dos impostos dos portugueses a “financiar Clínicas de aborto”.
Pelo “Não Obrigada” ao aborto. Movimento recusa que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) gaste dinheiro dos impostos dos portugueses a “financiar Clínicas de aborto”. Lançamos um repto aos responsáveis neste país: Quando o Não’ vencer que o gasto a financiar clínicas seja gasto a apoiar famílias que querem ter os seus filhos. O desafio foi lançado pela médica Isabel Neto na apresentação da Plataforma Não Obrigada.
Para o movimento, o que está em causa na consulta de 11 de Fevereiro de 2007 é a liberalização total do aborto até às 10 semanas e essa será, desde já, uma das ideias fortes da campanha.
a Plataforma defende que o feto é um ser humano conhecido e directamente observável e, com poucas semanas, já se vê o coração bater.
Mais, o aborto tem efeitos destrutivos para a mulher, seja ele legal ou clandestino, e é contrário à natureza da mulher e à natureza da vida, defendeu a psiquiatra Margarida Neto.
Na Europa, a liberalização do aborto resultou num aumento dos mesmos e não resolveu os problemas sociais.

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