“O acompanhamento espiritual e religioso é um direito inquestionável de todas as pessoas doentes, qualquer que seja o seu credo ou opção espiritual”.
“O acompanhamento espiritual e religioso é um direito inquestionável de todas as pessoas doentes, qualquer que seja o seu credo ou opção espiritual”. Defendem os setenta capelães hospitalares, assistentes espirituais e animadores pastorais hospitalares que este direito da pessoa doente deve estar acima de quaisquer critérios económicos, ideológicos ou outros.
O II Congresso Nacional da Pastoral da Saúde que se realiza em Fátima, de 1 a 3 de Fevereiro de 2007 poderá constituir um momento de aprofundamento da consciência, por parte da Igreja, da importância do trabalho pastoral que se desenvolve nas capelanias hospitalares.
Os participantes da assembleia apelam ao Ministério da Saúde que o estatuto desta dimensão dos cuidados e dos seus prestadores seja claramente definido legislativamente, de modo a evitar as situações de recusa ou omissão por parte das instituições hospitalares. Pedem ainda que seja regulamentada a Lei da liberdade religiosa e que a formação de outros profissionais de saúde contemple uma visão integral da pessoa humana que considere a relevância terapêutica da dimensão espiritual e religiosa e a integração na Equipa de Saúde dos agentes deste tipo de acompanhamento.

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