a Igreja considera legí­tima a “fecundação homóloga, ou seja a que é fruto da junção de gâmetas do próprio casal”, refere a Nota pastoral sobre a Procriação Medicamente assistida.
a Igreja considera legí­tima a “fecundação homóloga, ou seja a que é fruto da junção de gâmetas do próprio casal”, refere a Nota pastoral sobre a Procriação Medicamente assistida. a Igreja Católica considera moralmente ilegítimas todas as práticas de fecundação heteróloga como a fecundação com espermatozóides ou ovócitos de outra pessoa diferente dos membros do casal e a doação de embriões .
Estes métodos não resolvem, realmente, a infertilidade do casal e separam a paternidade-maternidade física da afectiva e relacional, além de constituírem uma infidelidade do casal, ainda que consentida , salienta o documento.
Os prelados rejeitam a utilização dos embriões excedentários para investigação e apelam aos casais que não consigam gerar um filho, para que exerçam as suas capacidades paternais de outra maneira, por exemplo através da adopção ou da dedicação ao serviço dos outros, sobretudo das crianças que mais precisam .

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