Os migrantes devem adequar-se aos costumes dos países para onde imigram. O respeito e o diálogo entre culturas é norma para resolver os problemas.
Os migrantes devem adequar-se aos costumes dos países para onde imigram. O respeito e o diálogo entre culturas é norma para resolver os problemas. É preciso exigir que os hóspedes, ou seja aqueles quem entram numa cultura diferente da sua, respeitem os símbolos, a religião e as tradições desse país, afirmou o presidente da comissão da Santa Sé para os migrantes e itinerantes. O cardeal Rafael Martino não tem dúvidas.
Interrogado sobre o acolhimento dos imigrantes, o purpurado respondeu deste modo à questão da integração dos símbolos das culturas de proveniência, como é o caso do véu das mulheres muçulmanas.
O secretário do Conselho Pontifício para a Pastoral dos migrantes e itinerantes, agostinho Marchetto, é do mesmo parecer. É necessário o diálogo com os irmãos, disse o secretário. Mas é preciso fazer-lhes compreender que as consequências de um desejo ligado às tradições ou à cultura não seriam positivas na sociedade onde se encontram.

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