a polícia moçambicana veio a público negar que as detenções efectuadas na terça-feira o tenham sido por se relacionarem com o assassínio da missionária portuguesa e do jesuíta brasileiro.
a polícia moçambicana veio a público negar que as detenções efectuadas na terça-feira o tenham sido por se relacionarem com o assassínio da missionária portuguesa e do jesuíta brasileiro. Depois de a polícia moçambicana ter adiantado que tinha detido dois indivíduos suspeitos de pertencerem ao grupo armado que atacou a missão Fonte Boa, o comandante da Polícia da República de Moçambique, Custódio Zandamela, afirmou à Lusa não haver nenhum detido. Há apenas suspeitos, e o trabalho de verificação de prováveis pistas ainda está a decorrer no terreno.
Na sequência deste caso, a polícia moçambicana, adiantou este responsável, reforçou a segurança em todos os estabelecimentos religiosos.
Custódio Zandamela disse que a decisão visa trazer melhor segurança física e psicológica aos religiosos, sobretudo os membros da cúria moçambicana da Companhia de Jesus, que nos últimos meses sofreram outros assaltos.
ao que adianta a Lusa, a cúria moçambicana da Companhia de Jesus desconfia da existência de acções concertadas contra missões católicas em Moçambique. E duvida que os assassínios, de segunda-feira, do padre brasileiro e da missionária portuguesa tenham sido um acto de vingança.
O corpo da missionária portuguesa chega esta quarta-feira, 8 de Novembro, a Portugal.

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