O primeiro congresso missionário da Ásia contou com a presença de cerca de 1000 delegados de cerca de 25 países, bem como observadores de outros continentes.
O primeiro congresso missionário da Ásia contou com a presença de cerca de 1000 delegados de cerca de 25 países, bem como observadores de outros continentes. após ter participado no primeiro congresso missionário deste vasto continente (18-22 Outubro), regressei da Tailândia com o coração não só feliz como renovado no meu entusiasmo missionário. Sentir o coração missionário da Igreja presente na Ásia foi, de facto, uma experiência única.
O resultado foi muito positivo e estou certo de que o próximo congresso será ainda melhor. É importante crescer na consciência do dever de contar a história de Jesus neste que é o maior e o menos evangelizado continente de todos, apesar de Jesus ter nascido nele.
O I congresso missionário da Ásia teve lugar na cidade de Chiang Mai (norte da Tailândia). O tema, Contar a história de Jesus na Ásia, foi dividido em quatro partes: a história de Jesus nos povos da Ásia (dia 19); a história de Jesus nas religiões da Ásia (dia 20); a história de Jesus nas culturas da Ásia (dia 21) e a história de Jesus na vida da Igreja na Ásia (dia 22).
O esquema dos trabalhos seguiu esta fórmula: apresentação do tema do dia da parte da manhã, com testemunhos vários relacionados com o mesmo. Da parte de tarde, espaço para a partilha por grupos de experiências pessoais sobre a missão, partilha que respondia a uma questão prévia. antes do jantar, havia um resumo do dia com uma perspectiva teológica sobre o tema.
Com uma agenda de trabalhos muito carregada, houve muito pouco tempo para o trabalhos em grupo. Eles são o mais essencial neste tipo de encontros, pois não é todos os dias que se tem a possibilidade de partilhar a própria experiência de missão com gente que trabalha em países diferentes. a organização prática esteve impecável. a nível de conteúdos houve um certo exagero.
a imagem da Ásia apresentada foi muito uniforme, muito longe da realidade. Não há uma Ásia só, mas sim um complexo de realidades muito diferentes umas das outras. É o caso do diálogo inter-religioso, que tem resultados muito diferentes de país para país.

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