São números que devem fazer pensar e agir. Se o referendo ao aborto fosse hoje, ganharia o “Sim”.
São números que devem fazer pensar e agir. Se o referendo ao aborto fosse hoje, ganharia o “Sim”. Concorda ou não com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada por opção da mulher, nas dez primeiras semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado? . Se a questão sobre a despenalização do aborto fosse colocada hoje, 63 por cento dos portugueses votaria Sim contra 27 por cento que votaria Não.
a sondagem hoje publicada pelo Diário de Notícias e TSF indica ainda que oito por cento da população não sabe qual o seu sentido de voto e dois por cento não respondeu à questão.
Feita com base em 809 entrevistas telefónicas, a partir da rede fixa, das quais 419 foram a mulheres revela ainda que há maior número de votantes no Sim à despenalização do aborto entre os homens do que entre as mulheres. Do total do universo dos adeptos do Sim , 67 por cento são do sexo masculino e 59 por cento do feminino. Inversamente, há mais mulheres a admitirem não concordar com a despenalização do aborto: 31 por cento de mulheres votam Não , contra apenas 22 por cento de homens.

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