Bento XVI apelou à paz e entende que os exércitos devem estar ao serviço da paz, durante audiência com responsáveis de ordinariatos castrenses.
Bento XVI apelou à paz e entende que os exércitos devem estar ao serviço da paz, durante audiência com responsáveis de ordinariatos castrenses. Infelizmente, às vezes, outros interesses, económicos e políticos, fomentados pelas tensões internacionais, fazem de maneira que esta tendência construtiva encontre obstáculos e atrasos, como transparece também das dificuldades que encontram os processos de desarmamento, afirmou o Papa durante a audiência com os participantes no quinto encontro internacional dos ordinariatos castrenses.
Bento XVI pediu o empenho na assistência espiritual dos militares, que privilegiem a formação cristã, o valor da paz e exortou os capelães militares a serem peritos e mestres autênticos de tudo aquilo que a Igreja ensina e pratica em ordem à construção da paz no mundo.
Neste apelo à paz, o Santo padre defendeu ainda que as forças armadas estejam ao serviço exclusivo de defesa, de segurança e da liberdade dos povos.

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