O voluntariado tem agora regras definidas num Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação assinado entre várias entidades.
O voluntariado tem agora regras definidas num Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação assinado entre várias entidades. Os 120 participantes da reunião de esclarecimento organizada pela Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) assinaram o Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação’.
aqui estão contidos os valores inerentes ao voluntariado: O voluntariado missionário tem a especificidade de ser ligado à Igreja Católica, tem uma formação católica e o trabalho a desenvolver é sempre em parceria com institutos religiosos no país de destino.
Por outro lado, o voluntariado de cooperação ligado às ONGD não tem conotação religiosa. O voluntariado para a cooperação insere-se numa lógica de projectos a partir da necessidade dos locais, e depois então ver quem se pode enquadrar e partir para dar resposta refere Cátia Vieira, da Fundação Evangelização e Culturas.
Esta responsável adianta, também, que estes projectos garantem uma continuidade, não geram situações de dependência, e contribuem de facto para a população desses países ao contrário de outro voluntariado que é mais vivencial.
Na preparação deste Código estão: aSP – associação Saúde em Português; FEC – Fundação Evangelização e Culturas; ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária; LD – Leigos para o Desenvolvimento; MDM – Médicos do Mundo e OMaS/LBN – Obra Missionária de acção Social/ Leigos Boa Nova.

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