é preciso maior sensibilidade do governo português para apoiar projectos de valorização da língua portuguesa nos países lusófonos de África e em Timor-Leste, dizem os bispos lusófonos.
é preciso maior sensibilidade do governo português para apoiar projectos de valorização da língua portuguesa nos países lusófonos de África e em Timor-Leste, dizem os bispos lusófonos. Os bispos lusófonos recomendaram à Conferência Episcopal portuguesa que sensibilize o governo para maior apoio a projectos de valorização da língua portuguesa nos países lusófonos de África e em Timor-Leste, em particular o fortalecimento das rádios locais, a colaboração com os vários governos na formação de professores e em maior difusão das tecnologias de informação e conhecimento nas escolas de forma a permitir a substituição dos clássicos quadros negros de parede por computadores interactivos, as novas caravelas do século XXI, segundo a expressão de um participante.
Esta é uma das conclusões que faz parte do Comunicado final do VII Encontro das Igrejas Lusófonas que reuniu os responsáveis das Conferências Episcopais destes países, de 10 a 14 de Outubro, em Fátima.
Para a valorização do português, O presidente da Conferência Episcopal Português, Jorge Ortiga assinala o trabalho dos voluntários e missionários e também o papel das rádios, como meios para que o português, língua de ligação, continue a ser um elo presente.
Neste encontro participaram 14 prelados representado: angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Brasil, Cabo Verde, São Tomé, Portugal. Esta foi a primeira vez que as Igrejas de Macau e Timor Leste se fizeram representar nos Encontros que decorrem já há uma década.
a Conferência Episcopal Portuguesa irá reunir com o governo português que preside no segundo semestre de 2007, à União Europeia de forma a sensibilizá-lo a que os países lusófonos sejam incluídos na agenda política, social e económica dessa Presidência, conforme solicitação dos participantes deste encontro.

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