Bispos participantes no Encontro das Igrejas Lusófonas dão a conhecer as suas preocupações.
Bispos participantes no Encontro das Igrejas Lusófonas dão a conhecer as suas preocupações. Este encontro das Igrejas Lusófonas tem esta motivação: Tornar o amor força para um desenvolvimento integral – de todo o homem e do homem todo. a língua pode ser um pretexto, não para separar dos dramas universais, mas por fortalecer os laços dum amor visível entre nós, refere o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e arcebispo primaz de Braga, Jorge Ortiga.
a diocese de Macau participa, pela primeira vez, nestes encontros das Igrejas Lusófonas e por isso será um encontro marcado pela abertura e pela escuta das outras Igrejas Lusófonas salienta o bispo de Macau, José Lai.
a falta de recursos humanos e de missionários que falem português para o apoio à comunidade católica portuguesa residente em Macau é uma das suas preocupações e que exporá nestes trabalhos.
De Cabo Verde as preocupações são a formação (em particular a sensibilização/formação vocacional e a sua sustentação, a área das infra-estruturas (falta de meios de apoio e de infra-estruturas que suportem a actividade pastoral); e a área logística com a falta de meios de acção (tão simples como os meios de transporte).
O bispo arlindo Furtado refere a sua atenção especial à emergência de tantos grupos religiosos ligados a seitas, sediados em bairros pobres. Por outro lado, a preocupação com os jovens que têm perspectivas de emprego baixas, com falta de uma formação técnico-profissional e pouca formação de base. E ainda o confronto das pessoas com outros níveis de vida ao mesmo tempo que são exigidas condições indevidas de trabalho, em particular às mulheres. Estes factores desequilibram e desorganizam a sociedade e o trabalho pastoral, refere o prelado.
O aumento da pobreza é uma grande preocupação do bispo de Bissau, José Camnate. assim, são necessários mais recursos de qualidade para colaborar na luta contra a pobreza para tornar a população mais autónoma, em particular nas áreas da Educação, Saúde e Comunicação Social.
Os problemas actuais da Igreja de Moçambique repartem-se pela necessidade de reconhecimento do estatuto jurídico da Igreja e das dioceses, o combate à fome e à pobreza e a novas formas de exploração de pessoas e de recursos.
além disso o Seminário Maior de Santo atanásio que não foi ainda concretizado, as questões da Faculdade de Teologia e de Filosofia da Universidade Católica e da sede da Conferência Episcopal que os Bispos desejam, mas para as quais não temos nem dinheiro, nem pessoal para as realizar, refere também, o bispo Tomé Makhweliha.
a situação religiosa brasileira marcada por fortes mudanças e que tem levado à saída de muitos fiéis da Igreja Católica e ao crescimento dos grupos neo-pentecostais, são motivos de preocupação para Odilo Pedro Scherer. Do Brasil há ainda outras questões que prendem a atenção do prelado. São elas a promoção de uma nova evangelização em profundidade, a preparação da V Conferência Geral do Episcopado da américa Latina e do Caribe, e a situação social, política e económica, marcada pela persistência da pobreza e de graves situações de injustiça social, pela violência e pela degradação do tecido social, pelos escândalos e factos de corrupção que deixam muitas pessoas decepcionadas com a política e o político.
O bispo de Baucau, Basílio do Nascimento manifesta o receio que a Igreja descure um tanto ou quanto aquela que é a sua missão prioritária, que é a Evangelização.

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