“ainda que a imagem do bebé não permita a identificação pública da criança, o eventual lapso na produção deste panfleto é lamentável”, explica Secretariado diocesano da Pastoral Familiar de Coimbra.
“ainda que a imagem do bebé não permita a identificação pública da criança, o eventual lapso na produção deste panfleto é lamentável”, explica Secretariado diocesano da Pastoral Familiar de Coimbra. O Secretariado diocesano da Pastoral Familiar de Coimbra lamentou o uso da fotografia de um bebé num documento distribuído a propósito da Semana da Vida , que o Movimento pela Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez diz ser filho de uma das suas apoiantes.
Em comunicado, o Secretariado explica que o folheto informativo foi concebido por um grupo de leigos de Coimbra que, há anos, se dedica, em regime de voluntariado e com larga autonomia, ao anúncio do Evangelho na área da Família.
O processo que a mãe da criança, Catarina Pires havia colocado contra a diocese foi arquivado. a foto do bebé de um mês foi capa da Notícias Magazine, onde a jornalista trabalha. E ela é um dos elementos activos do Movimento pela Despenalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG).
a mãe da criança acredita que foi uma coincidência brutal ter sido o seu filho a ser usado no folheto, que considerou ser uma campanha terrorista mas considerou não ter havido má fé, por parte da diocese, neste processo.

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