a Igreja de Moçambique congratula-se com a sua participação no processo de pacificação do país. actuaram no terreno 36 mil integradores sociais e 38 mil animadores de justiça e paz.
a Igreja de Moçambique congratula-se com a sua participação no processo de pacificação do país. actuaram no terreno 36 mil integradores sociais e 38 mil animadores de justiça e paz. Terminou na Beira o congresso de Justiça e Paz da Igreja moçambicana. Reuniu as comissões de diferentes dioceses do país. Participaram 110 representantes de 11 dioceses e seis bispos. Estiveram presentes representantes de várias organizações e comissões.
Olhando para o passado, os congressistas constatam a presença activa da Igreja no processo que permitiu a pacificação do país no período pós-bélico. Segundo o nosso correspondete, -sandro Faedi, no último decénio, as comissões preocuparam-se sobretudo com a formação. Direitos humanos, cidadania, preparação das eleições gerais e locais foram alguns dos campos da sua actuação.
Com um método adequado e com um trabalho minucioso, a Igreja conseguiu atingir todo o país e chegar a todas as missões e destas a todas as aldeias de Moçambique. Finalmente um país paz conseguiu abrir-se à senda do desenvolvimento e da modernidade.
Neste percurso, que favorece alguns e deixa para trás outros, o país sofre as consequências negativas da globalização com a entrada desenfreada das multinacionais. Permanece a tendência para o partido único, consolidam-se os problemas da pobreza e das doenças. São desafios que não deixam indiferentes os congressistas.
as comissões fizeram programas trienais e pedem à Comissão Nacional programas de formação. Pretendem envolver todos os fiéis inseridos na vida política ou nos serviços públicos de modo a favorecer um desenvolvimento equilibrado e justo.

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