Jovens Missionários da Consolata fazem a experiência de ser “a família para os que não têm família”. Vivência de consolação enriquecedora.
Jovens Missionários da Consolata fazem a experiência de ser “a família para os que não têm família”. Vivência de consolação enriquecedora. Na sua visita à Casa do Gaiato, os Jovens Missionários da Consolata sentiram a responsabilidade e um desejo pessoal de levar àquelas crianças um pouco do que elas mais necessitam. Não custou nada dar: amor, atenção e alegria.
Numa tarde cheia de boa disposição, brincaram, conversaram, cantaram e rezaram juntos. Grande motivo de orgulho e contentamento foi, sem dúvida alguma, os sorrisos que trocaram. Mas talvez mais do que os gestos, foram os olhares, alguns perto, outros à distância, cheios de ternura, desconfiança, alegria, curiosidade. Uma mistura de emoções que quase explica o que se sentiu nas horas que passaram juntos.
Na hora da partida, os jovens pensavam se estes rapazes teriam o essencial para se sentirem vivos e úteis. Terão amor no coração? E a quem dá-lo? Se pararmos um pouco para pensar e reflectir sobre o mundo que nos rodeia, chegaremos à conclusão que nada vale a pena sem amor. Nada faz sentido!
É notória e louvável a coragem que enche o coração daquelas crianças e jovens da Casa do Gaiato. Lutam diariamente com um sorriso no rosto por um mundo próprio e uma vida com sentido. Os Jovens Missionários da Consolata estão gratos pelo testemunho deles. Desejam que eles acreditem sempre; que a esperança nunca lhes falte!
*Jovem Missionária da Consolata
Padre américo Monteiro de aguiar : É necessário que o mundo não pasme do que me dão… mas, sim, que se aflija com o que me falta. É só a fome e sede de Justiça que eu tenho, que me leva… a mostrar a minha chapa de mendigo, só isso.
Casa do Gaiato

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