as afirmações do Papa abriram a polémica mas, há violência em todas as religiões. Nestes “encontros e desencontros” é preciso saber comunicar.
as afirmações do Papa abriram a polémica mas, há violência em todas as religiões. Nestes “encontros e desencontros” é preciso saber comunicar. Há um problema de violência nas religiões, afirmou o presidente da Comissão episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais referindo-se à polémica existente, com os muçulmanos, a partir das citações de Bento XVI, na universidade de Regensberg.
“Na tradição cristã, as coisas foram sendo ultrapassadas pela racionalidade argumentativa quer porque a atitude de Jesus Cristo; no Islão as coisas não são tão simples porque (o Islão) nasceu num ambiente de combate”, salientou o prelado.
Há “trabalho a fazer”, no diálogo inter-religioso, friou.
ainda assim, o prelado referiu que a frase da polémica “tirada do contexto, desceu o nível”, lembrando que o próprio Papa quando fez esta citação, assinalou que eram “rudes”.
O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, Carlos azevedo salientou que também o emissor é responsável pela escuta: “Se houver desencontro é necessário manter a escuta”.
Mas neste processo comunicacional entre a imagem que a Igreja tem de si própria e a que comunica, “importa gerir uma certa poluição relacional”.
O prelado defendeu ainda que é preciso “saber comunicar” para saber lidar com a comunicação social e fazer chegar a mensagem ao receptor (também, a partir do púlpito). Na sua opinião, os sacerdotes necessitam de uma outra formação para lidar com a comunicação social e “não basta retomar a cadeira de Oratória Sagrada. Há que ter outra desinibição e comunicação”.

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