Mais do que fazer, a experiência de missão, do padre Mário Pais sintetiza-se no “estar”, com os outros. é da experiência em São Tomé que falou aos participantes das Jornadas Missionárias.
Mais do que fazer, a experiência de missão, do padre Mário Pais sintetiza-se no “estar”, com os outros. é da experiência em São Tomé que falou aos participantes das Jornadas Missionárias. O pároco de algueirão-Mem Martins deu o seu testemunho de missão, na paróquia e em São Tomé, durante a manhã de hoje, 17 de Setembro, o último dia das Jornadas Missionárias.
aos participantes, Mário Pais salientou que o seu trabalho na missão, em São Tomé, se resumiu a um termo: Estar, em vez de fazer muitas coisas. É das coisas mais engraçadas esta coisa de estar, de ser presença, salientou.
Este ano, o grupo que acompanhou, de oito pessoas leigas, esteve um mês em São Tomé. No próximo ano – aponta – deverão ficar dois meses. Mas, o grande objectivo é criar lá uma base de apoio, refere.
Na sua paróquia – salientou – a missão está entranhada. Há um missionário da Consolta a trabalhar em Moçambique que é daquela paróquia, Há leigos ligados à Consolata (casos dos Jovens Missionários e das Mulheres Missionárias), entre outras experiências de missão. O que significa que não é um projecto do padre Mário mas da paróquia.
E expressou o desejo de um encontro que reúna padres diocesanos, das dioceses de Portugal, que tenham estado a fazer experiências missionárias noutras paróquias, em países de missão.
a edição de 2006 das Jornadas termina com a eucaristia, às 16 horas e o envio de leigos e religiosos que partirão, em breve, para a missão.

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