a Nova Evangelização ou Re-evangelização exige “nova linguagem, novo entusiasmo e nova metodologia”, defendeu o bispo Manuel Felí­cio, nas Jornadas Missionárias.
a Nova Evangelização ou Re-evangelização exige “nova linguagem, novo entusiasmo e nova metodologia”, defendeu o bispo Manuel Felí­cio, nas Jornadas Missionárias. a Nova Evangelização ou Re-evangelização exige “nova linguagem, novo entusiasmo e nova metodologia”, defendeu o bispo da Guarda, durante os trabalhos desta manhã (16 de Setembro) das Jornadas Missionárias que decorrem até domingo (17 de Setembro), em Fátima.
a Missão, frisou, perante as cinco centenas de participantes é sempre “ad gentes”. Isso “nunca pode ser esquecido mesmo em nome da Nova Evangelização”. Outra das conclusões desta comunicação é que “o futuro das comunidades cristãs (igreja adulta e formada) depende da coragem com que ofereçam ao mundo os valores de Deus”.
Entre a urgência e a desmotivação, encontra-se a Missão “ad gentes”, hoje. Na conferência, Manuel Felí­cio, aponta duas grandes causas para esta desmotivação, ou “afrouxamento”, como lhe chamou João Paulo II, à Missão ad gentes.
E essas causas podem ser internas e dizem respeito à vida interna da Igreja: medo de fazer opções definitivas, arrefecimento de fé. O prelado salienta que esta última última, a diminuição das manifestações de fé seja o maior factor desta “desmotivação”. No entanto, “o diálogo inter-religioso não deve substituir o anúncio”, assinalou frisando que “vivemos numa certa acomodação”.
Da ordem das causas externas, que dizem respeito ao contexto social em que estamos inseridos, Manuel Felí­cio assinalou o facto de dois terços da população mundial não conhecer a Cristo e a “dificuldade de inculturar o Cristianismo nas tradições”. Motivos suficientes para a “urgência” do anúncio, salientou.

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