é uma explosão de alegria quando se avista o papamóvel branco que transporta Bento XVI. Uma maré de gente enche a praça das feiras de Mónaco, onde o Papa celebra a Eucaristia.
é uma explosão de alegria quando se avista o papamóvel branco que transporta Bento XVI. Uma maré de gente enche a praça das feiras de Mónaco, onde o Papa celebra a Eucaristia. Centenas de milhar de bandeiras agitam-se à passagem do Santo Padre. Visivelmente satisfeito, sorri e abençoa. as populações de África e da Ásia, designadamente o Islamismo, atemorizam-se diante do Ocidente, que exclui Deus da sua visão do homem, afirma Bento XVI na sua homilia.
Diante de uma multidão de 250 mil pessoas, o Papa avisa que a ameaça à identidade muçulmana não é a fé cristã, mas o desprezo de Deus. Na sua homilia em Mónaco da Baviera, o Papa reafirma o respeito da liberdade religiosa, cuja falta causou no ano passado uma enorme tempestade com os cartoons blasfemos contra Maomé.
O Pontífice insiste no respeito sagrado pelas outras religiões. Este sentido de respeito pode ser revitalizado no mundo ocidental desde que cresça de novo a fé em Deus. Não faltou um aceno ao proselitismo: os cristãos não impõem a fé a ninguém. Essa é uma atitude contrária ao cristianismo. a fé só se pode desenvolver na liberdade. Bento XVI pediu aos cristãos alemães que rezem para que a justiça e o amor se tornem forças decisivas no mundo.
O segundo dia da peregrinação de Bento XVI à sua terra natal foi dedicado à reflexão sobre a descoberta de Deus e da fé na sociedade contemporânea. Desde as primeiras horas da manhã começaram a afluir os autocarros e grupos de peregrinos de toda a alemanha. Muitos peregrinos já dormiram no local durante a noite. Uma grande vela branca arde junto do altar da celebração. Entre os cardeais, encontram-se o arcebispo de Cracóvia, Stanislao Dziwisz, e de Sarajevo, Vinko Pulic.

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