famílias que não têm onde se abrigar receberam apoio de pessoas que já viveram da mesma forma. Muitos são deslocados da guerra.
famílias que não têm onde se abrigar receberam apoio de pessoas que já viveram da mesma forma. Muitos são deslocados da guerra. Cerca de 300 famílias vivem na rua ou em cabanas de papelão, em Luanda. Durante cinco dias, do 15 ao 20 de agosto, receberam a visita de muita gente, inclusive deputados. Esta foi uma maneira de dar a conhecer a situação.
O angonotícias explica que por Cambambas passaram indivíduos de um baixo nível social que já viveram nas mesmas condições ou que temem tornar-se “sem-abrigos”. Tentaram reconfortar quem não tem tecto para viver. Também lá estiveram deputados, membros da diplomacia e das Nações Unidas.
a Organização Não Governamental (ONG) SOS Habitat tal como os sem-abrigo estão contentes com os resultados da iniciativa. De acordo com a mesma fonte, o Coordenador da ONG, Luís araújo explica que ganharam a solidariedade europeia e encontraram uma nova forma de proteger os direitos humanos.
Lamentam a ausência do estado, ao qual dirigiram cartas, nesta iniciativa solidária com essas famílias, em grande parte deslocadas da guerra.

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