Terá de haver uma segunda volta para as eleições presidenciais congolesas. Na capital, o facto trouxe violência. Noutras regiões foi a prova que se pode confiar nos resultados.
Terá de haver uma segunda volta para as eleições presidenciais congolesas. Na capital, o facto trouxe violência. Noutras regiões foi a prova que se pode confiar nos resultados. Os resultados das eleições de 30 de Julho confirmam a ocorrência de uma segunda volta em Outubro. a CEI (Comissão Independente Internacional) informou que Joseph Kabila conquistou perto de 45 por cento dos votos. Jean-Pierre Bemba obteve 20.
O anúncio dos resultados despoletou alguns episódios violentos na capital do país, Kinshasa. Os incidentes já fizeram cinco vítimas.
“O povo falou, a voz tem de ser ouvida”, afirmou o Cardeal Frédéric Etsou. a Missionary Internacional Service News agency informa, igualmente, que o Monsenhor Laurent Monsengwo Pasinya, presidente da CENCO (Conferência Episcopal Nacional do Congo) dirigiu-se ao povo, incitando-o a “demonstrar a sua maturidade, manter a calma e abster-se de toda a violência”.
Lamentando-se à mesma fonte, o arcebispo de Bukavu afirma: “nós esperávamos o exemplo de boa disciplina da capital”. Na capital do Kivu-Sul, Bukavu, os resultados foram bem aceites. Noutras como Kasaí¯ oriental, devolveram a confiança a um povo que não se fiava no corpo eleitoral.

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