O arcebispo de La Plata manifesta a sua alegria pela virtude dos médicos que se recusaram a fazer um aborto, mesmo que este tenha sido autorizado pelo tribunal.
O arcebispo de La Plata manifesta a sua alegria pela virtude dos médicos que se recusaram a fazer um aborto, mesmo que este tenha sido autorizado pelo tribunal. O arcebispo de La Plata, argentina, Héctor aguer destacou a virtude dos médicos que se recusaram a praticar o aborto, por violação, ainda que a Suprema Corte bonaerense o tenha autorizado.
Uma jovem com atraso mental foi violada e engravidou. O caso foi até aos tribunais tendo sido pedida autorização para um aborto e, foi concedida.
Héctor aguer lamentou que a defesa da criança por nascer, tivesse sido considerada só “uma questão confessional”. Porque “desgraçadamente não há muitos fora da Igreja que vejam com clareza este assunto, e a Igreja, sobre tudo pela obra magní­fica do Papa João Paulo II nos últimos anos, tratou de criar consciência sobre o tema que é, no entanto, uma questão de direito natural, que vai além do legítimo respeito aos sentimentos”, afirmou.
Em causa estão, “direitos fundamentais e valores sociais de primeira ordem. Valores humanos que têm a ver com a dignidade da pessoa, com a integridade da pessoa. aqui o que está em jogo, por trás de tudo, é a afirmação de uma ordem na sexualidade humana”, referiu.

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