a proposta de uma nova Política Nacional da Saúde pretende corrigir os erros do sistema em vigor. Poderá obrigar os cidadãos a participar mais no financiamento do sistema de saúde.
a proposta de uma nova Política Nacional da Saúde pretende corrigir os erros do sistema em vigor. Poderá obrigar os cidadãos a participar mais no financiamento do sistema de saúde.
Quarta-feira, na cidade cabo-verdiana da Praia, Basí­lio Ramos, ministro de estado e da saúde anunciou qual a proposta do governo para a nova Politica Nacional da Saúde (PNC). Esta deverá manter-se durante 15 anos e pretende eliminar as fraquezas do presente sistema.
O facto de este ser praticamente gratuito, segundo o ministro, é o seu principal ponto fraco. Dificulta a sua sustentabilidade. Os cidadãos têm de contribuir mais no financiamento deste sistema, pois, o estado já não é capaz de assumir sozinho essa responsabilidade.
Segundo a Panapress, ao Ministério da Saúde foi-lhe atribuído, aproximadamente, 15 milhões de euros, ou seja, mais 8,7 porcento que no ano passado. Já, o departamento do governo, encarregue deste sector, sofreu uma redução de 8,4 para 7,1 porcento.
Nesta PNC são tidos em conta factores como os recursos humanos, a modernização tecnológica, os medicamentos, os serviços de diagnóstico e tratamento e os equipamentos, entre outros. Esta proposta da PNC preocupa-se, também, com a saúde reprodutiva, nomeadamente as doenças transmissí­veis. Vai ser objecto de um debate com os profissionais da saúde e ao parecer dos civis.

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