De Vilankulos a Mecanhelas, missionário da Consolata assinala trabalho desenvolvido pelos Leigos Missionários da Consolata.
De Vilankulos a Mecanhelas, missionário da Consolata assinala trabalho desenvolvido pelos Leigos Missionários da Consolata. ” a missão lá é muito variada. Há muitos campos onde se pode trabalhar”. Manuel Magalhães já passou pelas missões de Vilankulos (onde permaneceu três anos) Kuamba e Mecanhelas, para onde regressará depois das férias em Portugal.
De Vilankulos recorda, em particular, o casal de Leigos Missionários da Consolata, Ricardo Elisabete que “foram para mim de grande ajuda”, aliás “uma ajuda preciosa”.
Em Kuamba permaneceu seis meses, encontrando-se actualmente em Mecanhelas, uma “missão muito complexa. é um grande desafio para o missionário”. ali, encontram-se a trabalhar dois missionários portugueses (ele e o padre Simão Pedro) e um tanzaniano (padre Deogracias). Eles estão acompanhados por dois padres coreanos que se encontram a aprender a língua macua, para abrir uma missão.
Falou da escola secundária, do lar para rapazes e raparigas, da oficina, do centro nutricional e do trabalho que fazem para ajudar as populações a curar-se.
Recordou também que, em Mapinhane, o outro casal dos LMC, Filipe e Cristina, criou uma escolinha, para meninos de quatro e cinco anos onde aprendem o português, por exemplo. Uma parte das verbas angariadas neste campo de trabalho missionário reverte a favor deste projecto.

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