Missionário em Moçambique, há seis anos, Manuel Magalhães testemunha aos jovens do campo de trabalho missionário a sua passagem por três missões.
Missionário em Moçambique, há seis anos, Manuel Magalhães testemunha aos jovens do campo de trabalho missionário a sua passagem por três missões. O mais gratificante desta experiência de missão de seis anos em Moçambique é, para o sacerdote Manuel Magalhães, missionário da Consolata, “a visita às comunidades”. Fala com alegria da “espécie de peregrinação” que o padre faz pelas diferentes paróquias, locais onde muitos não têm a sorte de participar numa celebração eucarística presidida por um sacerdote a não ser uma vez por ano.
O mais difícil para este missionário foi “depois de três anos, deixar Vilanculos e a missão, a língua, a cultura, as pessoas” e ir trabalhar para o norte do país, para Mecanhelas.
Manuel Magalhães considera que “é isso o mais difícil na vida de um missionário”. Depois destas duas missões, encontra-se actualmente em Mechanelas. De férias em Portugal, deu o seu testemunho de missão, esta tarde de quarta, 26 de Julho, aos jovens que se encontram no campo de trabalho missionário. Em Ponte da Barca, antes da eucaristia, no jardim, junto ao rio, os jovens acomodaram-se na relva para ouvir, durante mais de meia hora o missionário sobre o seu trabalho.

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