algumas experiências já provaram a eficácia da prática, agora, a confirmação de outras poderá vir a instituí­-la como uma nova forma de prevenção do ví­rus.
algumas experiências já provaram a eficácia da prática, agora, a confirmação de outras poderá vir a instituí­-la como uma nova forma de prevenção do ví­rus. a prática da circuncisão em determinadas zonas da África, onde é pouco usual, poderia ajudar a diminuir o número de pessoas com o ví­rus do HIV, que é bastante elevado. Na África subsariana essa prática poderia evitar a contaminação de aproximadamente seis milhões de pessoas, nos próximos vinte anos.
O site jeuneafrique.com refere um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado por uma revista americana, que fala na eficácia da circunscrição, caso as experiências realizadas realmente o demonstrem. Nessa mesma revista, já teria sido publicada uma experiência do mesmo âmbito, em 2005. a experiência realizada com 3. 000 homens na africa do Sul provava que a prática da circunscrição reduzia em 60 por cento o risco de contaminação do homem pela mulher.
a confirmação de novos estudos americanos, realizados no Quénia e em Uganda, em Setembro 2007, poderá levar a que a circuncisão masculina seja instituí­da como mais um método de prevenção do ví­rus HIV, juntamente com outras formas de prevenção como o preservativo, informação e educação pública.

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