Há poucos meses em Portugal, Luís Maurício contou à Fátima Missionária on line, a experiência de integração, na comunidade e a sua vontade de trabalhar na missão.
Há poucos meses em Portugal, Luís Maurício contou à Fátima Missionária on line, a experiência de integração, na comunidade e a sua vontade de trabalhar na missão. Depois de uma experiência no Congo, o missionário da Consolata, Luís Maurício, está a trabalhar na comunidade de Águas Santas, na animação missionária. O ambiente que encontrou, deixou-o surpreendido. “Sempre pensei que o trabalho, na Europa, não era tão movimentado”. E “vejo pessoas muito animadas com Espírito, com muito campo de missão”. No entanto “há muito por fazer, novos desafios, falar da missão hoje, falar do evangelho, acho que é mais difícil que em África”.
ao chegar a Portugal, o sacerdote integrou-se numa comunidade missionária multi-étnica. Sente-se muito bem acolhido. “Não digo que é a comunidade ideal, mas quase. Vê-se o esforço constante de nos compreendermos, o quer dizer viver verdadeiramente como uma família”.
O que falta nesta integração é, agora, “o tempo que é preciso para se compreender o outro”. Ou seja, não apenas uma tolerância mas “uma aceitação que tem por base a compreensão”.
apesar das diferenças de idade, em relação a outros missionários da comunidade, o jovem padre entende que, o importante é dizer aos outros que é um companheiro: “Estou aqui para trabalhar e dar o melhor de mim. Então, trabalhemos juntos”.

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