Teresa Silva, Leiga Missionária da Consolata testemunha a sua visão dos trabalhos do Capítulo do Instituto Missionário da Consolata
Teresa Silva, Leiga Missionária da Consolata testemunha a sua visão dos trabalhos do Capítulo do Instituto Missionário da ConsolataTeresa Silva, Leiga Missionária da Consolata é um dos elementos convidados pela região portuguesa para assistir ao Capítulo. além desta, as Irmãs Missionárias da Consolata, o conselheiro geral e responsáveis da província espanhola e italiana do IMC também foram convidados.
Esta é a primeira vez que os Leigos participam no Capítulo (ainda que sem direito a voto) mas, já no ano passado, haviam participado na assembleia .
Para Teresa Silva, esta abertura era o passo normal a dar “mais tarde ou mais cedo”, refere. “Nos tempos que correm, ia ser uma questão de tempo, os leigos estarem a trabalhar, em comunhão, com os missionários”, aponta também.
actualmente, desde o último Capítulo geral, o IMC reconhece os LMC como elementos integrantes do mesmo. Trata-se de “aspecto positivo, vem dar continuidade ao caminho que vimos a fazer: trabalhar em conjunto não só na animação mas, todos juntos”.
além do convite, sinal de união, esta Leiga Missionária da Consolata refere ainda que duas propostas apresentadas, passaram. a que lhe diz mais respeito, refere-se à permanência de elementos dos LMC a trabalhar e viver no bairro do Zambujal, o ad gentes da província portuguesa.
aliás, defende, “ia ser um sinal vivo do que é o trabalho que é fazer missão no país. Porque há muitos missionários que não percebem o que é ser missionário leigo no país”. Teresa tem aproveitado para sensibilizar e dar a conhecer o trabalho desenvolvido pelos LMC em Portugal.
Em jeito de balanço, afirma que “Nós (LMC) ficámos mais ricos por ter participado, ter visto como é que funciona, ver como é que os missionários trabalham. E, a nossa visão, que é um bocadinho diferente pode complementar”, conclui.

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