Teodoro da Fonte mostra-se favorável à existência de uma instituição, semelhante à antiga “Roda”, como alternativa ao aborto e ao infanticí­dio.
Teodoro da Fonte mostra-se favorável à existência de uma instituição, semelhante à antiga “Roda”, como alternativa ao aborto e ao infanticí­dio. Se a antiga “Roda” for, hoje, uma instituição que seja alternativa ao aborto e ao infanticí­dio, o investigador Teodoro da Fonte é favorável à sua existência. “Se houvesse instituição onde elas (crianças) depois pudessem crescer e viver, nessa perspectiva, digo que sim”.
Questionado sobre a existência de instituições à antiga “Roda”, o professor da universidade do Minho, afirmou, durante as jornadas sobre crianças institucionalizadas que decorrem em Fátima, até 3 de Junho que existe actualmente o “Banco de crianças”, em alguns países da Europa. .
São instituições que recebem crianças, sob sigilo, as crianças são depositadas ali junto à instituição e em vez de chamar ou tocar o sino como antigamente, há um sensor que dá sinal, sendo depois a criança recolhida. ao longo de oito dias a criança permanece na instituição onde recebe os cuidados de saúde, período de tempo durante o qual é dada à mãe a possibilidade de se arrepender de ter abandonado a criança. Se isso não acontecer, a criança segue para um processo de adopção. Isto porque ” assinala o professor – “se se legaliza o aborto, estas crianças não nascem”.
a Roda existiu em Portugal entre os séculos XVII e XX, para acolher crianças desvalidas ou expostas. Estas tanto podiam ser entregues na Roda e mais tarde nos hospí­cios para crianças devido a situações de pobreza ou de honra, ou seja, casos de filhos ilegítimos.

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