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A recuperação do impacto gerado pela pandemia nas micro, pequenas e médias empresas, consideradas “o motor da economia global”, vai exigir a criação de um ambiente de negócios favorável, incluindo o apoio para acesso a finanças, informações e mercados, alertam os responsáveis das Nações Unidas.

As medidas implementadas para conter a propagação do coronavírus causaram interrupções na cadeia de fornecimento e uma queda maciça na procura na maioria dos setores, sendo as pequenas empresas as mais afetadas pela crise económica, em particular as geridas por mulheres e jovens empreendedores.

Os especialistas estimam que seja preciso criar mais de 600 milhões de empregos para absorver a crescente força de trabalho global até 2030, pelo que os governos a nível mundial devem definir com uma das suas prioridades o desenvolvimento das pequenas e médias empresas.

A maioria dos postos de trabalho no setor formal nos mercados emergentes é gerada por este grupo de empreendimentos, que empregam, por norma, menos de 250 pessoas, e chegam a criar 70 por cento dos empregos. São também responsáveis por metade do Produto Interno Bruto (PIB) em termos globais.

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