Filme de entretenimento com o qual a Igreja tem pouco com que se preocupar, dizem os críticos de cinema cristãos.
Filme de entretenimento com o qual a Igreja tem pouco com que se preocupar, dizem os críticos de cinema cristãos. “O Código da Vinci” é um filme com o qual a Igreja tem pouco com que se preocupar, adianta a a organização mundial de comunicadores católicos, Signis. a organização considera que “longe de ser uma obra cinematográfica de interesse, o filme está destinado ao simples entretenimento”.
a Signis diz que o filme entretem com ” intermináveis diálogos as afirmações mais polémicas da novela sobre a Igreja, a divindade de Jesus, o papel de Maria Madalena e inclusive o Opus Dei”.
Para os críticos de cinema cristãos “a polémica nos meios de comunicação que acompanhou a publicação da novela e a estreia desse filme evidenciou o enorme impacto que as campanhas de promoção têm sobre o grande público”. Por isso aconselham à Igreja que aproveite este fenómeno para “explicar os fundamentos teológicos da fé e da esperança dos cristãos.

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