Reitor do Santuário defende a urgência da castidade e o sexo subordinado ao amor.
Reitor do Santuário defende a urgência da castidade e o sexo subordinado ao amor. “Subordine-se o sexo ao amor e não o amor ao sexo. Subordinem nas escolas, as urgências da sexualidade à urgência do amor. a castidade é uma urgência”. No editorial deste número do Voz da Fátima, o reitor do Santuário de Fátima escreve sobre o sexto mandamento, o tema anual neste santuário mariano e tema desta 89º peregrinação internacional aniversária.
Luciano Guerra escreve que “difundiu-se a mentalidade de que é sadio ter relações sexuais à vontade, em qualquer idade, e seja qual for a inserção social da pessoa”.
Hoje em dia, foram “convertidos os costumes em doutrinas e as doutrinas em costumes”. Daí­ que se seguissem as necessidades de dotar “escolas e prisões de preservativos”. a instituição matrimónio deixa de ser enquanto tal e cada vez há menos filhos, por questões económicas, como dizem, escreve Luciano Guerra.
Verifica-se um “desprezo” pelo casamento enquanto que “ironicamente os homossexuais reivindicam como sagrado o acesso a essa instituição”, aponta também o reitor.
a raiz de todos os problemas reside na ambição e na perversão do amor. Ou seja “amor que se perverte quando o sexo se torna uma droga”.

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