Tradição repete-se sob os auspí­cios de Santo antónio, santo lisboeta, casamenteiro. Dezasseis casais vão unir-se em matrimónio, a 12 de Junho, nos “Casamentos de Santo antónio”.
Tradição repete-se sob os auspí­cios de Santo antónio, santo lisboeta, casamenteiro. Dezasseis casais vão unir-se em matrimónio, a 12 de Junho, nos “Casamentos de Santo antónio”. Dezasseis casais vão unir-se em matrimónio, a 12 de Junho, em Lisboa, nos “Casamentos de Santo antónio”. Destes, um dos casais é surdo-mudo, o que deverá acrescentar tradutores de linguagem gestual à cerimónia. Há ainda uma noiva de nacionalidade letã.
Os casamentos católicos vão decorrer, como é tradição, na Sé de Lisboa.
Os “Casamentos de Santo antónio” começaram em 1958, a partir de uma ideia de augusto Cortês Pinto, antigo vereador da Câmara Municipal de Lisboa e jornalista do Diário Popular, com o objectivo de ajudar os jovens das famílias mais carenciadas de Lisboa.
Segundo a Câmara de Lisboa, a inscrição sempre foi muito disputada, sendo a grande motivação a garantia de um enxoval completo, o vestido da noiva e o fato para o noivo, as alianças, mobí­lias e roupa de cama e atoalhados.
a iniciativa foi interrompida com o 25 de abril de 1974, mas em 1997 foi retomada, admitindo também casamentos civis e mesmo um casamento muçulmano, realizado na mesquita de Lisboa em 2001.

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