Seis mil pessoas estão deslocadas nas montanhas de Dí­li devido aos confrontos e instabilidade vividos na capital timorense.
Seis mil pessoas estão deslocadas nas montanhas de Dí­li devido aos confrontos e instabilidade vividos na capital timorense. Seis mil pessoas estão deslocadas nas montanhas de Dí­li devido à instabilidade que se vive na capital timorense, adianta a agência de notícias Lusa. Mas durante o fim-de-semana com os confrontos no auge, este número disparou para 13 mil pessoas fora de suas casas.
Mais de mil famílias encontram-se no Colégio D. Bosco, em Comoro enquanto que outros se encontram no antigo quartel-general dos “capacetes azuis” portugueses.
O Secretariado do episcopado timorense, que congrega as dioceses de Dí­li e Baucau, já apelou que faça uma “séria investigação aos últimos acontecimentos” que resulte na “responsabilização dos criminosos por via judicial”.
Os bispos alberto Ricardo da Silva (Dí­li) e Basí­lio do Nascimento (Baucau) pedem que sejam, urgentemente, criadas “condições de estabilidade e confiança para que a população aterrorizada volte à sua vida normal”.

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