Numa altura de pandemia, a população é chamada a adotar novos cuidados no manuseamento do lixo doméstico. O aviso é dado pela Lipor, uma empresa de tratamento de resíduos orgânicos, que lembra que os resíduos podem estar infetados se, no agregado familiar, existirem pessoas infetadas. Os mesmo cuidados devem ser tomados se existirem na família pessoas em vigilância ou consideradas um caso suspeito da Covid-19.

Em todos estes casos, os resíduos produzidos pelos doentes e por quem lhes presta assistência “devem ser colocados em sacos de lixo resistentes e descartáveis, com enchimento até dois terços da sua capacidade”. Torna-se assim, essencial, “não encher totalmente os sacos”.

Os sacos devam estar “devidamente fechados e devem ser colocados dentro de um segundo saco, devidamente fechado, e ser depositado no contentor do lixo comum”, referem os responsáveis pela ‘Lipor – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto’.

De acordo com estes profissionais, os sacos “devem ser sempre colocados dentro do contentor do lixo comum”. “Não deixe o saco no chão”, apela a empresa, adiantado que caso o saco esteja cheio, este deve ser colocado no “contentor mais próximo do lixo comum”. Se essa não for uma possibilidade, então deve aguardar-se que o contentor mais próximo seja esvaziado.

Caso não existam na habitação pessoas infetadas ou em vigilância, devem ser mantidos os “procedimentos de deposição habituais, separando devidamente os seus resíduos e depositando-os no local habitual”. “A exceção deve acontecer para os resíduos das luvas, máscaras e lenços de papel, que devem ser sempre colocados no contentor do lixo comum”, adverte a Lipor.

A ‘LIPOR – Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto’ conta com oito municípios associados: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde.