Todos os anos, o governo da Coreia do Norte pede mais ajuda humanitária. Os activistas dos direitos humanos locais criticam que o discurso humanitário seja usado para proveito político e militar.
Todos os anos, o governo da Coreia do Norte pede mais ajuda humanitária. Os activistas dos direitos humanos locais criticam que o discurso humanitário seja usado para proveito político e militar. a Coreia do Sul “está a considerar um pedido de 300 mil toneladas de fertilizante para a Coreia do Norte”. Porém o representante do governo de Seul informou esta semana que o anterior pedido de 500 mil toneladas de arroz está “na gaveta”, por agora.
O governo sul-coreano envia regularmente arroz e fertilizantes para o outro lado da fronteira que divida a pení­nsula: no ano passado foram enviadas 350 toneladas de fertilizantes e 500 mil toneladas de arroz; este ano já foram enviadas 150 mil toneladas de fertilizante. Todos os anos aumenta a quantidade que é enviada.
a Coreia do Norte começou a aceitar a ajuda humanitária estrangeira para alimentar os 23 milhões de habitantes a meados dos anos 90, quando perdeu a ajuda da União Soviética e começou a haver fome no país. Os activistas dos direitos humanos que lutam pela liberdade na Coreia do Norte alegam que “os direitos da população e a ajuda humanitária são usados como ferramenta Política” no Japão e na Coreia do Sul, mas este é considerado um “mal necessário quando se quer ajudar as pessoas que estão a morrer de fome”.

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