Fatimata Mbaye, vice-presidente da Federação Internacional dos Direitos do Homem (Fidh), luta pelo fim da escravatura e discriminação da mulher.
Fatimata Mbaye, vice-presidente da Federação Internacional dos Direitos do Homem (Fidh), luta pelo fim da escravatura e discriminação da mulher. Fatimata Mbaye, vice-presidente da Federação Internacional dos Direitos do Homem (Fidh), move-se por dois grandes objectivos, o da luta contra escravatura e contra a discriminação da mulher.combate que, entre outros, levou a que fosse condenada a 13 meses de prisão, multada e torturada.
Segundo a Missionary Servive News agency (MISNa), aos 13 anos, esta advogada foi forçada a casar com um homem bastante mais velho do que ela, ficando assim isolada de tudo e de todos. No entanto, lutou para obter o divórcio e terminar os seus estudos de direito.
Em 1998, devido a uma transmissão, em França, de uma reportagem sobre a escravatura no seu país, a Mauritânia, foi condenada a 13 meses de prisão, para além, da pesada multa e torturas que subiu pela sua presumida pertença a uma organização não-autorizada. Porém, o apoio que obteve e a força da opinião pública levaram a que esta obtivesse perdão do presidente Maaouiya Ould Sid” ahmed Taya, agora exilado.
O esforço de Fatimata Mbaye que, também ocupa o cargo de presidente da associação da Mauritânia dos Direitos do Homem (amdh), foi recompensado em 1999, com a entrega do Prémio dos Direitos do Homem de Nuremberg, na alemanha. a mesma fonte conta que ela própria diz ter nascido para lutar contra todo o tipo de discriminação.

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