Em 2005, foram executadas 2 184 pessoas, no mundo, oficialmente. O relatório da amnistia Internacional hoje divulgado adverte, no entanto, que o número pode ser mais elevado.
Em 2005, foram executadas 2 184 pessoas, no mundo, oficialmente. O relatório da amnistia Internacional hoje divulgado adverte, no entanto, que o número pode ser mais elevado. Foram executadas pelo menos 2184 pessoas no mundo em 2005.comparativamente com 2004, houve um decréscimo. Registadas as mortes por execução de 3797 pessoas.
Os dados estão contidos num relatório sobre a pena de morte da amnistia Internacional e indicam que 94 por cento destas mortes ocorre na China. 1770 pessoas morreram executadas no ano passado. Estes números são oficiais mas, a organização de direitos humanos considera que este número é muito superior, quase 8 000.
a amnistia Internacional explica que os dados nacionais oficiais sobre a aplicação da pena de morte na China continuam a ser classificados como segredo de Estado.
“Seria muito interessante perguntar às autoridades chinesas porque mantêm tanto secretismo quanto ao número de pessoas que executam”, salienta o autor do relatório, Piers Bannister.
além da China, outros 21 países aplicaram penas de morte em 2005, como o Irão e arábia Saudita, onde se registaram pelo menos 94 e 86 execuções, respectivamente, enquanto nos Estados Unidos foram executados 60 condenados, mais um do que no ano anterior.
Os restantes países onde se realizaram execuções em 2005 foram o Bangladesh, Bielorrússia, Indonésia, Iraque, Japão, Jordânia, Coreia do Norte, Kuwait, Líbia, Mongólia, Paquistão, Singapura, Somália, Taiwan, Uzbequistão, Vietname e Iémen, além da autoridade Nacional Palestiniana.
Comparativamente com 1985 apenas metade dos estados, 22 dos então 44 países, aplicaram a pena capital.

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