Cardeal patriarca de Lisboa defende actualidade da Cruz com exemplos de João Paulo II e do cristão afegão.
Cardeal patriarca de Lisboa defende actualidade da Cruz com exemplos de João Paulo II e do cristão afegão. “Que sentido tem, hoje, a Cruz de Cristo?”, a pergunta foi deixada pelo cardeal patriarca de Lisboa durante a celebração de Sexta-feira, na Sé de Lisboa. a Cruz “ocupa o lugar mais nobre e verdadeiro que lhe pode ser reservado: a adoração”. Mas” para muitos, ela é ornamento, peça de museu, sinal religioso sem lugar numa sociedade marcada pelo laicismo”.
José Policarpo referiu um exemplo de hoje, de amor à cruz. O afegão convertido no afeganistão ao cristianismo.
“Segundo a lei islâmica essa conversão é considerada apostasia, punível com a pena de morte. ao ser-lhe dito que poderia evitar essa sentença abandonando a sua nova fé, declarou corajosamente que preferia morrer na fé cristã. Esta é uma grande afirmação da actualidade da Cruz de Cristo. Ele tornou-se, sem pensar nisso, a expressão de todos aqueles que são violentados na sua consciência e na sua dignidade e que são fiéis a Cristo, abraçando a sua Cruz no dom da própria vida”, disse.
O cardeal patriarca lembrou ainda o exemplo de João Paulo II, falecido há um ano. “Deixou-nos uma imagem indelével, grito silencioso da actualidade da Cruz”.
aos que “gostariam de ver a Igreja mudar a sua doutrina e adaptar as suas respostas”, José Policarpo esclareceu: “Fiquem sabendo que não o podemos fazer, porque as respostas da Igreja são a expressão da sua fidelidade ao Seu Senhor”.

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