Militares congoleses condenados à prisão perpétua com fundamento no estatuto de Roma
Militares congoleses condenados à prisão perpétua com fundamento no estatuto de RomaO tribunal de Songo Mboyo considerou violações cometidas em 2003 por militares do Congo, “crimes contra a humanidade”. Os sete militares envolvidos foram condenados à prisão perpétua.
Sete militares foram condenados à prisão perpétua pela violação de um mínimo de 119 mulheres, das quais muitas ainda menores, na aldeia de Songo Mboyo, situada a uns 500 km de Mbandaka, no Equador. Estas violações foram consideradas “crimes contra a humanidade”, pela primeira vez, devido à aplicação por parte do tribunal do estatuto de Roma.
Estas violações terão ocorrido na noite de 21 de Dezembro de 2003. Duas das vítimas engravidaram e outra contraiu o ví­rus da Sida.
O Estado do Congo, segundo refere a Jeuneafrique, também considerado responsável deverá reembolsar as vítimas. a família de uma vítima mortal deverá receber 10. 000 dólares e as outras 5000. Os comerciantes e habitantes alvos de pilhagem, outra das acusações feitas a esses sete homens, deverão ser indemnizados com consertos que vão desde os 200 a 500 dólares.

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