Cada vez mais, mulheres solteiras e divorciadas escolhem Portugal como destino de emigração. Elas trabalham mais de 45 horas semanais.
Cada vez mais, mulheres solteiras e divorciadas escolhem Portugal como destino de emigração. Elas trabalham mais de 45 horas semanais. Há cada vez mais mulheres a emigrar para Portugal. O estudo apresentado pelo jornal Público mostra que há cada vez mais mulheres autónomas no fluxo migratório. Empregadas sobretudo no sector das limpezas e cuidados domésticos, as mulheres imigrantes enfrentam “condições durí­ssimas”: uma em cada cinco, o dobro da média nacional, trabalha mais de 45 horas semanais.
São “cada vez mais vulgares os processos de migração feminina autónoma, desencadeados por solteiras ou divorciadas”. Mesmo que nestes casos também haja a estratégia de sustentar a família deixada na origem ou que também emigra.
Estas são conclusões do estudo “Mulheres migrantes: percursos laborais e modos de inserção socio-económica das imigrantes em Portugal”, financiado pela Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres e pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Este fenómeno não é apenas português e explica-se pelo facto de haver um mercado de trabalho estável que absorve as mulheres e que se tem mantido imune à crise, explica o coordenador do relatório, João Peixoto. “Limpezas domésticas, apoio a crianças, assistência a idosos estão em expansão”.

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