O cristão tem o dever de intervir, também na Política. aí­ deve “implementar os valores católicos”.
O cristão tem o dever de intervir, também na Política. aí­ deve “implementar os valores católicos”. “Somos uma comissão de Justiça e Paz e vivemos num mundo sem justiça nem Paz”, afirmou o presidente da comissão de Leiria-Fátima, Tomás Oliveira Dias, na abertura do colóquio sobre Cidadania activa, a 6 de abril.
E a acção de um cristão deve ser de intervenção, também na Política. “Todos nós temos um papel na construção do nosso país, do nosso mundo”.
é “fundamental assumir na nossa actividade profissional pública, as nossas convicções religiosas”, afirmou Eugénio Lucas, elemento desta comissão, durante a conferência sobre o papel dos cristãos na Política.
“Hoje há todas as condições para que o cristão possa assumir as suas responsabilidades”, aponta dando exemplo como o Iraque onde tal não é possível.
Os cristãos podem participar na vida Política de forma indirecta e aí­ “devemos saber em quem votar” e “devemos ter a perfeita noção do que vão defender”. Mas ” aponta o orador – “em regra não sabemos escolher”.
De modo directo, ao ser eleito, um cristão deve “implementar os valores católicos”. E “é bom que os católicos não estejam todos no mesmo partido. Não há partido único”, salientou. “O catolicismo põe um dever de coerência aos cristãos leigos”.
Valores essenciais a serem defendidos enquanto cristãos e também pelos homens de boa vontade são a vida humana, a família, a justiça, a paz, a liberdade, a igualdade, o desenvolvimento e o progresso, referiu Eugénio Lucas. Este elemento da comissão diocesana de Justiça e Paz referiu-se à existência de um “lobby organizado” que vai contra “o modelo de família como nós defendemos”, dando como exemplo algumas revistas e novelas.

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