Mais de mil milhões no mundo inteiro não têm acesso aos cuidados de saúde elementares. a organização Mundial de Saúde estima que faltam quatro milhões de profissionais, entre médicos e enfermeiros.
Mais de mil milhões no mundo inteiro não têm acesso aos cuidados de saúde elementares. a organização Mundial de Saúde estima que faltam quatro milhões de profissionais, entre médicos e enfermeiros. Os números, avançados no Dia Internacional da Saúde, são preocupantes. De acordo com o relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), os países pobres continuam a ser os mais sacrificados pela carência de profissionais de saúde, mais de metade dos profissionais em falta são necessários nos países em desenvolvimento.
a falta de profissionais de saúde faz com que 57 países não possam garantir a vacinação das crianças, os cuidados pré-natais e o tratamento a doentes com sida, paludismo e tuberculose. a situação mais crí­tica verifica-se no continente africano. Segundo a OMS, muitas das mortes provocadas por doenças infecciosas ou simples complicações na gravidez e parto poderiam ser evitadas.
Em todo o mundo, os profissionais de saúde são quase 60 milhões a tempo inteiro, mas estão concentrados nos países ricos e nas grandes cidades. Esta situação agrava-se com o facto de os países pobres assistirem a um êxodo de profissionais que procuram melhores condições de trabalho no estrangeiro.
O relatório anual da OMS exige uma resposta urgente que passa pela formação e planificação de recursos humanos no sector. No entanto, as estratégias em causa têm um custo muito elevado. Segundo as contas da OMS, pode chegar aos 10 dólares por pessoa, tendo como meta o ano de 2025.

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