Vinte e quatro trabalhadores de quatro nações do sudeste asiático participaram num seminário sobre a evangelização onde discutiram problemas sociais dos diferentes grupos étnicos.
Vinte e quatro trabalhadores de quatro nações do sudeste asiático participaram num seminário sobre a evangelização onde discutiram problemas sociais dos diferentes grupos étnicos. Promover os direitos das minorias étnicas da Tailândia significa partilhar a vida e a cultura de modo a ir ao encontro das suas necessidades. Este processo deve conduzir à amizade, à confiança e a um ambiente no qual pode até ser possível falar de Jesus.
Estas foram as conclusões de um seminário organizado por Theresita Demarinus Fusero, secretária-geral da União asiática para o Desenvolvimento Humano e a Comissão Católica para os Direitos Humanos. O seminário, organizado para trabalhadores das agências católicas que servem os grupos étnicos e as minorias, foi intitulado “Programa para os Povos indígenas Pan-asiáticos”. Contou com a participação de 24 pessoas de sete países: Camboja, Filipinas, Índia, Bangladesh, Nepal, Nova Zelândia e Tailândia.
Foram propostas oito declarações no final do seminário afirmando entre outras coisas que a sobrevivência das minorias étnicas depende da propriedade da terra, sem terra a vida não é possível. Destruir as florestas equivale à destruição das tribos que vivem nos montes. Sem terra as minorias são forçadas a vaguear de um lugar para outro, arriscando-se a perder a sua cultura e modo de vida.
Os participantes afirmaram ter esperança de que haja mudanças na Política do governo que não reconhece de modo total os direitos das minorias. Por exemplo, as minorias não se podem encontrar com representantes do governo para discutir serviços fundamentais como a educação e a formação.

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