Foto: OIM / Olivia Headon

Infraestrutura está equipada com consultórios, pequenos laboratórios, farmácia e zona de internamento. Está preparada para responder às necessidades das cerca de 5.000 famílias ali instaladas

Cinco anos de confrontos deixaram uma brecha no sistema de saúde do Iémen, que hoje opera com metade da capacidade com que contava antes do início do conflito, pelo que a recente inauguração de um centro de saúde no acampamento de deslocados de Al Jufainah, pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), é encarado como um forte sinal de esperança para as cerca de 5.000 famílias que ocupam aquele que é o maior acampamento do país.

«O acampamento tem a sua capacidade ultrapassada e as condições de vida são de baixa qualidade. Isto significa que as doenças podem expandir-se com facilidade. Agora, estamos em melhor posição para combater enfermidades infecciosas e oferecer apoio às pessoas que padecem de doenças crónica», congratulou-se Samar Al-Qadi, uma das médicas que trabalha na nova unidade de prestação de cuidados de saúde.

Equipado com consultórios, pequenos laboratórios, farmácia e zona de internamento, o centro de saúde conta com uma equipa de profissionais experientes, na qual se inclui uma parteira, um farmacêutico, um técnico de laboratório e assistentes na área da nutrição e da vacinação. Há ainda quatro clínicas móveis, duas para prestar assistência dentro do acampamento e outras duas nas redondezas.