a amnistia Internacional pediu às autoridades guatemaltecas que ponham termo às expulsões das comunidades rurais pois são baseadas em legislação e práticas injustas.
a amnistia Internacional pediu às autoridades guatemaltecas que ponham termo às expulsões das comunidades rurais pois são baseadas em legislação e práticas injustas. Segundo o relatório da amnistia Internacional (aI), os direitos humanos estão a ser violados no contexto das disputas agrárias devido às expulsões violentas e à discriminação contra os trabalhadores rurais e os indígenas.
“ao mesmo tempo que lavam as mãos das responsabilidades pelos direitos dos trabalhadores rurais e dos povos indígenas, as autoridades rapidamente respondem com a força para acudir às exigências dos grandes proprietários de terra”, disse Javier Zuí±iga, director do programa para as américas da aI.
“Desde que assumiu o poder em 2004, o presidente Berger acelerou as expulsões e ignorou os abusos dos direitos humanos. a destruição de casas, violação dos processos legais adequados e mesmo as mortes acontecem na impunidade”, continuou Zuí±iga.
as disputas sobre a terra começaram quando os camponeses ocuparam terra como forma de protesto para exigir o respeito pelos seus direitos laborais e quando havia questões sobre a propriedade da terra.
Os acordos de paz da Guatemala de 1996, que pôs termo a 36 anos de conflito interno armado, incluí­am um compromisso governamental para implementar uma série de medidas concretas com vista à resolução dos problemas relativos à propriedade da terra e assegurar que os direitos humanos dos trabalhadores rurais e das comunidades sejam respeitados. até agora nenhuma destas medidas foi colocada em prática.

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