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População de Lagoa reciclou como nunca em 2019, e a perspetiva é a de que os atuais valores continuem a aumentar

Os cidadãos de Lagoa, no distrito de Faro, reciclaram mais do que nunca no último ano. Os valores da recolha seletiva de resíduos alcançaram valores recorde em 2019, e o volume de lixo indiferenciado recolhido diminuiu. «É com grande satisfação que verificamos um aumento contínuo na recolha seletiva, acompanhada de redução na recolha de forma indiferenciada. Interpretamos estes números como um sinal claro de que os investimentos realizados pelo município de Lagoa, nos últimos anos, para aumentar o número de `Ilhas ecológicas´ e de ecopontos de superfície (através da Algar), tem dado os seus frutos», realçou Luís Encarnação, presidente da Câmara Municipal de Lagoa.
Segundo o responsável, «ainda há um longo caminho a percorrer» até que se alcancem as «metas europeias para a recolha seletiva». Contudo, «com a aposta na sensibilização da população, com uma recolha mais eficiente por parte da Algar, com a continuação do reforço do número de equipamentos de deposição seletiva, e ainda com a futura introdução da recolha seletiva dos `bioresíduos´, acreditamos que vamos conseguir aumentar ainda mais, a percentagem de lixo diferenciado no concelho de Lagoa», considera Luís Encarnação.
Os serviços de comunicação do município de Lagoa destacam a diminuição da quantidade de resíduos que vão para o aterro «contribui significativamente para a sustentabilidade ambiental e ecológica, mas está também associada à sustentabilidade económica, já que faz baixar os elevados custos que esse tipo de deposição acarreta».